
Há alguma coisa que você possa fazer? Sim, há. Primeiro, não guarde suas senhas numa pasta “senha” ou num documento “senhas’.Não é uma boa ideia. Segundo, use senhas diferentes para serviços e páginas diferentes.
E, por último, use senhas complexas. Não óbvias. Não use data de nascimento, casamento, nome do cachorro, coisas que as pessoas podem descobrir conhecendo (ou pesquisando sobre sua vida).
O site Neowin verificou que as contas cujas senhas foram divulgadas eram todas genuinas. A maioria, aparentemente, eram contas baseadas na Europa. A ArsTechnica informa que os usuários que tiveram suas senhas ‘vazadas” eram de usuários com nomes em ordem alfabética começando, de “ar” até “bl”. A principal suspeita é que esses dados tenham sido obtidos por meio de um golpe chamado “phishing”.
A Microsoft negou que um problema em seu banco de dados tenha causado a exposição dos dados. A empresa diz que abriu uma investigação sobre o assunto e que está “trabalhando para que os usuários retomem o controle sobre suas contas”.
O que é “phishing”
Na área da informática, o termo phishing (oriundo do inglês fishing, ou seja, pescaria) se refere a uma forma de captação de dados de forma fraudulenta. Estes dados podem ser números de cartão de créditos e de contas bancárias, senhas, contas na internet e etc. Phishing consiste, basicamente, no ato de uma pessoa se fazer passar por outra pessoa ou por uma empresa, solicitando informações confidenciais.
Isto pode acontecer através de e-mails, mensageiros instantâneos e até sites de relacionamento, que têm se tornado muito comum e um forte alvo de phishing. É importante tomar certos cuidados, como por exemplo sempre verificar a fonte dos e-mails e mensagens recebidas e também evitar acessar determinados sites que possam ter este tipo de conteúdo.
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